sexta-feira, 20 de maio de 2016

Reunião 19/05/2016 na Secretaria de Educação

A quem interessar possa:

Ontem, dia 19 de maio de 2016, fui convidada a estar presente à reunião na Secretaria de Educação sobre questões relacionadas a nossa escola devido à uma série de fatores que levaram a Secretaria de Educação a criar uma comissão de trabalho para avaliar situações pertinentes à escola no período de abril e maio deste ano.

Tal avaliação resultou em um relatório técnico levado ao Conselho Municipal semana passada, resultando na suspensão temporária de uma parcela da subvenção destinada à ACVLUZ.

A reunião ocorrida ontem, com o intuito de esclarecer dúvidas e apresentar propostas de ação do que “poderá ser feito de agora em diante” teve duração de pouco mais de 3 horas. Estarei relatando aqui o que ouvi, não se tratando de documento oficial, pois não sou representante de turma EMCM mas apenas uma das colaboradoras pela comunicação da escola. Não farei transcrição de 3 horas e assim, espero poder colaborar na melhor divulgação de fatos para que juntos possamos construir o que “poderá ser feito de agora em diante”, segundo palavras do próprio secretário de educação, Renato.

Resumidamente, foi uma reunião pacífica onde todos puderam defender suas posições, ouvir e serem ouvidos. Ao final o secretário liberou a parcela da subvenção à ACVLUZ e decidiu-se por um grupo de trabalho menor, formado pela secretaria, a ACVLUZ , a EMCM e o Conselho Municipal, com total de 7 a 8 membros. Tal grupo iria então estudar e definir detalhes sobre o que “deverá ser feito de agora em diante”.  

Segue abaixo as questões discutidas ontem:

O Secretário iniciou a reunião explicando como estava sendo contabilizado o número de professores X carência na EMCM e foi constatado que haviam professores considerados professores, realizado dobras inclusive, mas não presentes em sala de aula. Assim, para a secretaria, a carência não era real. Todavia, com o afastamento de professoras por licença maternidade (que não é considerada carência real) e com a impossibilidade de dobras por parte de outras professoras, ainda não foi realizado o balanço da carência real de faltas e o que prefeitura poderia fazer na atual circunstância, onde outras escolas também estavam sofrendo com isso, ela estaria disposta a fazer mas que direção e pais também pudessem colaborar até o fim deste período de espera à chamada dos concursados (para fim de Junho e Julho). Não se mencionou carência de auxiliares. O caso da professora Mara é que ela havia se apresentado no dia anterior se dizendo impossibilitada de estar presente em sala, assim o secretário disse que ela foi encaminhada à adaptação. Professor Joel é considerado professor de sala e professora Rosali, na dobra, considerada professora de sala.

O assunto seguinte foi a apresentação de quatro cenários sobre o que “poderá ser feito de agora em diante”. No Datashow, o secretario colocou 4 tópicos, que apenas descrevo, pois não tirei foto:
1)      Manter-se o convenio e subvenção para 2017 em diante desde que sejam refeitos e atualizados, tanto o convênio quanto o plano de trabalho para a subvenção.
2)      Mudar a EMCM de localização.
3)      Desapropriar o espaço e tornar municipal sem garantia de autonomia pedagógica (o 2 e 3 podem estar em ordem diferentes).
4)      Manter somente a subvenção com reserva de vaga para a rede (neste caso o secretário citou como modelo a creche Colmeia do Senhor).

Falou-se então da Contribuição Rítmica. O secretário Renato explicou que a rede municipal não poderia arcar com 100% dos custos da pedagogia waldorf e pede que tenhamos um consenso sobre como poderá ser feito. Disse ter recebido diversas denúncias de pais insatisfeitos com a prática, o próprio ministério público, disse não acreditar em turmas mais valorizadas e turmas menos valorizadas, mas que o ambiente para discutir fosse ali. (O assunto irá retornar quando se dará a palavra aos demais presentes).

Depois o secretário analisou a questão da venda de material na escola. Disse que realmente é irregular, que nem cantina se pode ter. Disse haver disponível um kit de material da escola Cecília Meireles e afirmou estar aguardando autorização de recebimento pela direção. Diretora Mirtes afirmou que já foi pedido e agora deveremos aguardar o kit chegar. Quanto ao material waldorf, disse estar aberto a realizar a licitação do mesmo, disse que as informações devem ser encaminhadas até outubro para se conseguir para 2017. Ao saber que não há opções de orçamento, disse que então deve ser visto através da subvenção. Alexandre da secretaria afirmou que a subvenção poderia se encarregar da compra desse material para o ano seguinte.

Falou-se da subvenção, do plano de trabalho da subvenção, que atualmente não especifica professor em sala de aula e sim como profissional formador (tutor). Que apenas em falta de profissional em sala o formador deveria estar em sala como professor. Outros presentes acordaram que tais profissionais encontram-se como professores há alguns anos. Assim, foi sugerido que o plano de trabalho para uma próxima subvenção seja modificado para atender essa questão.

Falou-se do 6º ano, o secretário afirmou que este seria o único ponto onde a secretaria já vem com uma intenção de não dar continuidade à progressão, ainda, nada em definitivo. Devido à uma série fatores e inclusive com um caso atual de dificuldade na transferência de um aluno pelo conteúdo, a secretaria apresenta a intenção de não dar continuidade, o 6º ano seria um protótipo que não funcionou.

Falou-se da merenda escolar para escolas waldorf. O secretário Renato disse estar verificando a possibilidade da nutricionista da secretaria atender as demandas específicas das escolas waldorf, dentro do possível. Afirmou não estar havendo carência de merenda na rede. Expressou estar aberto a nos atender e diz desconhecer nossas necessidades específicas. Citou apenas o pão integral.

Abriu-se para fala dos presentes. Iniciou com Rico do Conselho Municipal dizendo que o convênio deve ser mantido mas atualizado, afirmou que a subvenção deve ser utilizada para atender a formação, tutores e que não deve haver contribuição ou cobrança dos pais, pois fere a escola pública. Renato cita a associação como forma de se manter a contribuição, e Rico afirma que se há, não se pode misturar com as atividades da escola. Erica do Conselho Municipal concorda. Erica fala para se ter cuidado para não se abrir precedentes para outras escolas. Que uma coisa é associação de pais e mestres, o conselho escolar e essa outra associação.

Mirtes explica que não há cobrança e que a contribuição é feita pelos pais através dos pais por conta das necessidades da pedagogia e da manutenção do prédio. Mirtes explica que quando o pai entra na escola é explicado essa possibilidade, que a forma como é colocado não há nem o valor e configura cobrança a partir do momento que há valores.

Marta do Conselho Municipal e mãe coloca que a polêmica iniciou-se com o pagamento de professores e horas extras de professores. Que uma coisa é material, pequenos reparos... e outra é um compromisso de orçamento.  Pois uma escola privada é que tem orçamento. Marta defende o fim da contribuição dentro da escola, que não se recolha dentro da escola. Marta também afirma que como mãe há oito anos, nunca viu sequer uma prestação de contas da ACVLUZ, uma associação nebulosa. Que se contribuir para essa associação, que seja transparente a prestação de contas e suas atividades.

Como mãe, presente, participativa na escola, com quatro filhos na escola, explico que me senti constrangida e cobrada em diversos momentos. Não pelos funcionários da escola, mas pelos pais que me disseram existir a necessidade de bater metas, de pagar professores, de comprar merenda. Que essa pressão veio maior este ano, com a necessidade de se arcar grandes obras como salas e pátio para o 6º ano. Eu me senti pressionada, houve tentativas de me impedir de questionar, por que os pais tem de pagar isso?

Fabio do Conselho Municipal e pai coloca que é inadmissível “monetarizar” as relações da escola através de valores. Que numa escola pública não se deve pagar, nem por material diferenciado. Que ao “monetarizar” as relações na escola, a consequência é que os alunos sejam naturalmente diferenciados, pois uma escola que precisa pagar seus professores com dinheiro dos pais fará o que for preciso para não perder verbas que cobre o orçamento. Isso pode acontecer. Fabio abriu uma sugestão, que Renato entendeu como uma 5ª possibilidade, que é o aluguel do espaço como se faz em tantas outras escolas.     

Bluma do Conselho Municipal e avó coloca que ao longo do tempo mudou sua perspectiva, pois com a abertura das discussões tem-se ouvido muito as reclamações dos pais que se sentem constrangidos e vê hoje a contribuição rítmica dentro do ambiente da escola como algo prejudicial. Bluma se coloca como professora pública numa luta que se deve travar pela escola pública e reconhece o árduo trabalho realizado pelos professores da escola.

Mirtes diretora da EMCM diz que foi eleita pelos pais, pela vontade dos pais. Que é chorona e que não vai chorar, que se sente muito contente por estar ali resolvendo estas questões em conjunto. Explica o envolvimento dos pais na escola, o trabalho dos pais, que em nenhum momento houve nenhuma diferenciação entre turmas ou crianças. Que isso não existe e nunca existiu. Que pelo contrário, há pais que querem colaborar para que aquele lindo projeto continue pois uma escola waldorf particular tem mensalidades entre dois e três mil reais. E que se temos escola pública waldrof, é um bem.

Dioneson diretor do Vale de Luz e da ACVLUZ fala como se faz na EM Vale de Luz, que não há cobrança ou contribuição dos pais. Que há sim padrinhos, mas que o volume de doações é pequeno e que eles se esticam para cobrir tudo. Explica que os materiais waldorf não são vendidos, que todas as crianças recebem igual. Que se faltar para um falta para todos e que doações são recebidas de outras escolas e que o papel canson é comprado com dinheiro do PDDE.

Lúcia presidente da ACVLUZ fala da história da escola e da ACVLUZ, lembra da importância histórica, o trabalho que já foi feito e que ela mesma colaborou na compra daquele terreno da EMCM. Explica que neste momento está havendo a cisão da ACVLUZ em associações menores, que hoje cada parte já tem sua autonomia de gestão e que falta apenas se desmembrar. Explica também que as escolas waldorf tem demandas específicas, que ter uma escola como essa, há tantos anos, pela rede municipal precisa ser visto como algo de bom. Fala também que os pais que não aceitam essas condições, que devessem sair da escola.

O secretário Renato explica que numa escola pública não é bem assim e que não se deve sair quem não concorda e sim somente os pais que quiserem sair. Novamente leva o assunto da contribuição para que seja decidido naquele âmbito, pergunta quem discorda de que a contribuição permaneça através da associação.

Marcelo Verli do Conselho Municipal fala da história da associação, defende o convênio e do tempo de parceria com a associação.  

Fabio, Bluma, Marta, Rico, Erica, Carol (da secretaria de educação) fazem pequenas intervenções quando Dioneson se coloca novamente, como dirigente de uma escola pública. Explica que é muito delicado, muito complicado manter uma contribuição dos pais em uma escola pública. Ele diz não recomendar tal ação. Volta a dar o exemplo da EM Vale de Luz.

Assim, o secretario Renato confirma o fim de qualquer contribuição dentro do ambiente da escola. Inclusive sua promoção dentro da escola. Erica pergunta se a associação pode receber estes pais no escritório fora do ambiente da escola. Lucia e Mirtes afirmam que não há hoje escritório próprio e que os dirigentes recebem as pessoas nas unidades escolares.

O secretário decide criar um grupo menor de trabalho para que se estude e analise o que deverá ser feito a partir de agora. Formado pela secretaria, pelo conselho municipal e pela escola e associação. De sete ou oito pessoas. Os pais deveriam ser informados do conteúdo da reunião de hoje pelos presentes e num próximo estágio, os pais da EMCM deverão ser chamados a participar. O secretário afirma que irá liberar a parcela da subvenção e se encerra a reunião.


Clarissa.  

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Ata CP - 09/05

Estiveram presentes:

Ana Luisa Futuro, Caolina Fadini, Patricia Gralato, Paula Pontes, Janaína Gralato, Monique Abreu, Ione Muniz, Alexandre Souza, Leticia Capille, Luiza Muniz, Marilia Lessa, Ian Lessa, Marta, Ana Trancoso, Fabio Barreiros, Priscila Nepomuceno, João Miguel, Yanae, Beatriz Quintela, Mirtes Garuba, Lia, Cleidson, Clarissa Martins, Aline Neves.

A Diretora Mirtes explica sobre a carência de profissionais, se diz surpreendida na semana anterior com o aviso de chamada do concurso prorrogada para Julho, pelo Voz da Serra. Avisa que a professora Andreia não poderá dobrar mais, que a estagiária Eveline, é uma das primeiras a ser convocada e que a professora Juliana Genuncio ficará em regime de voluntariado. Explica que os profissionais se comprometeram até abril, que é exaustivo dobrar. Confirma que a professora Clara permanecerá sendo paga pela Contribuição e confirma que as professoras Andrea, Maria José e Juliana Genuncio permanecem sendo pagas com a subvenção.

- As turmas sem professores à tarde são:

1° ano, multi seriadas da Alzira e multi da Andreia.

Juliana Genuncio ficará na parte da tarde com a turma da Alzira.

- Há carência urgente de 3 auxiliares:

Maternal 2, maternal 3 e turmas de multi seriadas do jardim.

A mãe Janaína fez a sugestão de encaminhamento de ofício à PMNF. Com indicações, se possíveis, para contrato temporário, tanto de professores quanto auxiliares. Segundo Mirtes, estagiários do Seminário também já foram pedidas. Pediu-se nomes para indicação também. Horário de trabalho seria de 13h ~ 17h. A mãe janaína fará o ofício. Mirtes explicou que casos específicos, dias específicos poderão ser atendidos dependendo da necessidade e possibilidade da escola. Explicou que não poderão ser atendidos de forma abrangente, pois as turmas estão cheias, mas será feito o possível para auxiliar quem precise, bastaria procurar a secretaria,com ela ou Rosali. Foi pedido, também, pelo pai Alexandre, uma comunicação oficial da escola sobre esta questão.

Confirmação dos membros eleitos:

Maternal 2: Fabio e Marcela
Maternal 3: Priscila e Ana Luisa
Andreia*: Clarissa e Alexandre
Alzira: Aline e Elizangela
Fátima: Ione e Ludmila
1° ano: Carol e Fabiola
2° ano: Beatriz e Debora
3° ano: Marta e Patricia Gralato
4° ano: Angelita e Ana Cristina
5° ano: Monique e Luciane
6° ano: Yanae e Patricia Brollo

Decidiu-se que o meio de comunicação oficial é por e-mail. Decidiu-se que a próxima reunião será 23/05, em 15 dias havendo nova reunião dia 30/05. Deverá ser enviado por email materiais de estudo como Regimento Interno de outros Conselhos de Pais e o Regimento Escolar da PMNF.

*Dia 11 de maio foi realizado votação na reunião pedagógica da turma da Andreia com a escolha de Vitor Vieira e Alexandre Souza para representante e suplente de turma. Votação com 8 famílias presentes.


   

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Membros eleitos do Conselho de Pais EMCM

Segue lista atual dos membros do Conselho de Pais EMCM.

Lembrando que, após a criação do regimento interno, deverá ser realizada nova eleição ou permanência dos mesmos, conforme consta em ata do dia 25/04.

- Maternal 2: Fabio e Marcela.
- Maternal 3: Priscila e Ana Luisa.
- Jardim Alzira: Aline e Elizângela.
- Jardim Andrea: Clarissa e Alex.
- Jardim Fátima: Patrícia Silveira e Ione.
- 1º ano: Carol e Fabíola.
- 2º ano: Beatriz e Débora.
- 3º ano:
- 4º ano: Angelita e Ana Cristina.
- 5º ano: Monique e Lucianne.
- 6º ano: Yanae e Patricia Brollo.

Até a próxima reunião! Dia 09/05 - Segunda, 07:30 !!

terça-feira, 3 de maio de 2016

Boas vindas!

Olá,



Este é o Blog do Conselho de Pais da EMCM (Escola Municipal Cecília Meireles).



Aqui estaremos postando atas e decisões do CP, bem como marcação de reuniões e etc.

Este Blog estará bloqueado para visitações fora dos e-mails cadastrados dentro das reuniões do Conselho de Pais.



Para mais informações, entre em contato com o e-mail: cp.emcm@gmail.com

Ata CP - 27/04

Esta ata ainda está sendo transcrita.


Aqueles que quiserem ouvi-la integralmente clique no link abaixo:


https://drive.google.com/file/d/0ByMHzDH1SJVzOVUzVWR1MXZIQkU/view?usp=sharing

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Ata CP - 25/04

Nova Friburgo, 25 de abril de 2016.
Ata Reunião Conselho de Pais EMCM – Eleição de Membros

Estiveram presentes pais da EMCM para votação de membros do Conselho de Pais, Professor e Direção: Vanessa Castanheda, Ana Luisa Futuro, Priscila Tissi, Patricia Silveira, Mariah Gonzaga, Gabriela Gusmão, Maria José da Silva, Fabiola Vieira, Patricia Gralato, Clarissa Martins, Aline Neves, Maria José Ramos, Marilia Lessa, Beatriz Quintela, Francine Kalas, Rogério Kato, Victor V. Silva, Angelita Machado, Julia Borges, Elisangela Cardoso, Mirtes Garuba, Raphaela da Silva, Ana Cristina Trancoso, Alexandre Souza, Fabio Batalha, Debora Sigaud, André Marques, Lia Santos, Ione Muniz, Eduarda Medeiros, Ludmilla Demori, Leticia Capille, André Martins, Adonia Prado e outros.
Os membros remanescentes do Conselho de Pais (Vanessa, Francine e Yanae) decidiram por se retirar para nova eleição de membros com maior participação e representatividade dos pais da EMCM. Clarissa propôs regras para votação na qual a maioria concordou que: - O Conselho de Pais será formado por 11 representantes de turma e 11 suplentes (provenientes de cada turma da EMCM). - Os membros eleitos deverão comunicar às suas respectivas turmas para validação dos eleitos. - Apenas os presentes puderam se candidatar. - Os votos serão por maioria. - As turmas que permanecerem com vacância deverão realizar eleição.- Cada nome eleito hoje deverá ser validado em reunião da turma. - Os membros eleitos hoje deverão comunicar esta ata aos seus respectivos professores. - O Conselho de Pais Eleito poderá realizar nova eleição tão logo o Regimento Interno seja finalizado.

Segue resultado da eleição:
- Maternal 2: Fabio e vacância.
- Maternal 3: Priscila e Ana Luisa.
- Jardim Alzira: Elizângela e vacância.
- Jardim Andrea: Clarissa e Alex.
- Jardim Fátima: Patrícia e Ione.
- 1º ano: Carol e Fabíola.
- 2º ano: Beatriz e Débora.
- 3º ano: Deverão se candidatar Vitor, Marta, Patrícia ou demais pais em reunião da turma.
- 4º ano: Angelita e Ana Cristina.
- 5º ano: Aline e vacância.
- 6º ano: Gabriela e vacância.

Vanessa abre para votação, mas antes de tudo a avó e mãe da Professora Clara dá seu depoimento sobre a escola, da importância da educação diferenciada, terminando com a necessidade da permanência da Contribuição Rítmica. Carol explica o papel do representante de turma como mediador entre os interesses dos pais em relação aos professores e a escola. Foi citado a necessidade das reuniões com os pais, da turma, serem independentes da reunião pedagógica da turma. Priscila fala da experiência do maternal 3 e a relação com os professores. Débora frisa que o papel do representante de turma será formatado no regimento interno. Fabio complementou que as reuniões, atas e documentos devem ficar transparentes e disponíveis, citou-se a criação de um blog dos pais e um mural dos pais na escola. Fabio também falou sobre a necessidade do Conselho de Pais e frisou a importância da independência e que o Conselho de Pais possa tanto ajudar quanto cobrar a direção, a prefeitura e a associação. Fabio complementou que as questões urgentes para compreensão dos pais são a contribuição rítmica, castigos e pagamento de professores. Patricia Gralato complementa que uma escola Waldorf precisa de recursos além dos que a prefeitura pode arcar e se diz a favor da Contribuição Rítmica. Clarissa pede uma explicação da Direção e dos pais que foram ao Conselho Municipal de Educação no dia 31 de março de 2016 sobre o mal entendido que está gerando controvérsia e desentendimentos entre pais e professores, pois como a própria ata da reunião no Conselho Municipal é clara, não houve denúncia por parte de pais junto ao Conselho Municipal ou à Secretaria de Educação. Beatriz confirma e busca a ata completa da reunião no Conselho Municipal. É enfatizada a presença dos pais na reunião do Conselho Municipal, dia 28 de abril, pois a reunião será sobre assuntos da EMCM e da Associação Crianças do Vale de Luz. Priscila confirma que houveram falas de teor com denúncia colocando pais e professores em situação delicada. A Professora Maria José dá o depoimento de como está sendo difícil manter o cotidiano das aulas com tamanha pressão e controvérsias. Professora Maria José enfatiza o desgaste físico e emocional que e os professores estão passando. Gabriela defende a permanência da contribuição rítmica na manutenção do trabalho que tem sido realizado, mantendo o diferencial de pedagogia Waldorf, pois como escola pública somente, os pais procurariam outra escola. Marca-se a próxima reunião para dia 09/05. Beatriz deu mais explicações sobre a ida dos pais ao Conselho Municipal para pedir um professor ao turno da tarde para o maternal dois, pois os pais da turma haviam relatado que a direção não deu conclusão sobre este caso e que os pais estavam sendo muito prejudicados. Beatriz explicou que quem marcou a ida foi o vereador Claudio Damião, seu conhecido, e este havia incluído na pauta a carência de professor na EMCM e Colégio Rui Barbosa (Ofício SME 22/16) com pouco tempo para avisar os demais pais e direção. A Diretora Mirtes inicia a fala com questões ouvidas em sua viagem a São Paulo, para um congresso Waldorf, em que se falou muito de algo que estaria acontecendo no Brasil e que poderia afetar todas as escolas Waldorf, a Diretora não explicitou o que seria este algo mas aplicou seu receio argumentando que o disse-me-disse não afeta sua administração, a direção colocou seu posicionamento sobre a necessidade da contribuição rítmica para pagamento de uma professora, e explica que os valores são enviados à Associação Crianças do Vale de Luz através da Contribuição Rítmica para depois realizar o pagamento da professora. A Diretora se diz de período pós ditadura não aceitando a ditadura, se diz contra a burocracia e afirma não haver direção suja, escusa, que não é transparente. Cita um momento em que um grupo de pais tirou fotos de documentos do subsídio na secretaria, que tal ato é um descumprimento do combinado no Conselho Escolar que havia ocorrido anteriormente (checar ata do Conselho Escolar de março). A Diretora Mirtes termina sua fala perguntando se a contribuição rítmica da EMCM é podre e se é proibida. Carol fala da necessidade de esclarecimentos sobre a contribuição rítmica, da necessidade de se buscar a Associação Crianças do Vale de Luz para pagamento de professores, citando a necessidade da clareza das prioridades da contribuição rítmica. Vitor questiona que fofocas e telefone sem-fio não pode se tornar um consenso, é preciso averiguar os fatos. - Uma associação que ganha milhões? Para Vitor, levantar hipóteses como estas cria discussões infundadas. Marta explica da importância de toda a comunidade escolar no próximo Conselho Escolar, pois presidente e suplente, que são representados por pais da escola, estão se retirando. A favor de ampliarmos o debate, trazer os professores, pois está havendo um debate nacional que deve ser feito em Nova Friburgo também, que o professor possa receber pelo tempo de planejamento de 1/3, Marta defende que a Reunião Pedagógica e o pagamento de professores não ocorra através da Contribuição Rítmica que não é contra a contribuição mas que esta seja discutida. Fabio diz que conforme falado na última reunião da comissão de contribuição rítmica, dia 20/04, foi concluído que o nome “rítmica” fosse alterado, que a contribuição viesse através de eventos e projetos, que o pagamento de profissionais seja reivindicado junto à prefeitura e junto à Associação Crianças do Vale de Luz. Pediu-se esclarecimentos sobre a responsabilidade financeira da associação e maior clareza sobre que apoios deve dar à EMCM. Fabio lembrou que as escolas públicas de Nova Friburgo não são como no sertão do Ceará, existe uma manutenção e um funcionamento razoável, onde a Prefeitura pode auxiliar e é quando os pais, através de uma organização podem cobrar numa situação em que a Direção fica mais frágil. A EMCM tem duas instâncias a serem cobradas antes dos pais, a Prefeitura e a Associação Crianças do Vale de Luz, para termos mais recursos e não onerar tanto a Contribuição Rítmica. A Professora Maria José também disse desconhecer o papel da associação na escola neste sentido e que é de grande importância que os pais também participem conhecendo a pedagogia Waldorf. A professora defende a contribuição para manutenção da pedagogia e que seria bom o dia que ela não fosse mais necessária, mas que é um processo. Eduarda enfatizou a busca de apoio da associação, já que a prefeitura pode não contemplar as necessidades da pedagogia, e que os pais podem ajudar, mas que sim, é preciso ter o apoio de fora. Eduarda afirmou que a reunião pós eleição estava sendo a melhor até o presente, no sentido de esclarecimentos de ambos os lados, não havendo ninguém que queira acabar com a escola pública ou Waldorf, que todos querem continuar com ambos os projetos. Eduarda explicou as vezes que os pais do maternal procuraram a direção pedindo esclarecimentos em relação à carência de professor para tarde e que a turma do maternal apoiou a professora da manhã quando esta não se disponibilizou a dobrar. Eduarda pôde explicar que algumas mães foram à secretaria verificar o valor de um professor caso que fosse pago através de contribuição rítmica e que as poucas fotos foram tiradas pelo tamanho do documento, a quantidade de folhas levaria horas para ser entendida, afirmando que a pasta da Contribuição Rítmica não estava disponível, somente a pasta da subvenção. Alex apoiou a Contribuição Rítmica e pediu o levantamento de documentos para entendermos o uso da contribuição e projetos possíveis por fora, quer trabalhar fazendo esse movimento e manter a contribuição para não estrangular a escola. Beatriz afirma que não houve suspenção da contribuição rítmica, que houve a suspensão do envelope pois este cria uma regularidade que caracteriza mensalidade. Marta complementa que todas as 4as feiras a comissão de contribuição rítmica se reúne pela manhã, horário de entrada, na sala em frente à secretaria. Foi esclarecido que a contribuição rítmica não foi suspensa mas precisa de transparência, uma parcela dos pais que permanecer contribuindo. Foi concluído que documentos precisam ser transparentes, a publicação de um Blog também foi sugerida. Ludmila se disse contra atitudes individuais, como investigações e reivindicações devem ser feitas no coletivo. Foi combinado que se pesquise sobre a Associação Crianças do Vale de Luz e verbas da prefeitura, fundos e verbas disponíveis, que se termine de eleger todos os representantes e se inicie os trabalhos para criação do regimento interno, a data da próxima reunião foi estabelecida em 09/05/2016 às 7:30 h. Fabio complementou que ainda há verbas do PDDE em caixa e que devemos colaborar para que os valores possam ser usados, estamos todos juntos pela escola Waldorf e pública. Indicou-se a Débora para candidatura e participação no CAS referente ao Fundeb.     

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No dia seguinte, foram apresentados os seguintes nomes a se complementar:
- Maternal 2: Marcela.

- 5º ano: Monique.